Comunicação e tecnologias

| EIXO TEMÁTICO

Comunicação e tecnologias

Democracia, Comunicação, tecnologias e sistema de justiça

O mundo da escrita e do papel, típicos do sistema de justiça, vem rapidamente se transformando, e as possibilidades de comunicação decorrentes de novas ferramentas tecnológicas impactam enormemente na democratização dos meios, assim como na produção, distribuição, acesso, transferência e responsabilização de dados. Em todas as dimensões do fazer, do pensar e do criar, há um traço cultural que caracteriza as sociedades e que se constitui num exercício perpétuo de construção do humano e da humanidade a demandar estratégias de ação e luta no sentido da consolidação de um sistema de Justiça democrático. Para tanto, é necessário compreender a formação dos indivíduos sociais como sujeito e de um povo como um corpo cultural.

Partindo-se dos objetivos, princípios e diretrizes norteadores do Fórum Social Mundial Democracia e Justiça, o debate deve focar nas interações existentes entre as comunicações, aí incluídas todas as formas de expressão artística e cultural, tendo em vista a velocidade da informação, a sociedade em rede, as diversas mídias, a livre manifestação do pensamento e acesso à informação e os impactos no sistema de justiça, e vice-versa.

Dentro dessa perspectiva, o eixo possibilita discutir a democratização dos meios de comunicação, do uso de imagens e informações estigmatizantes em relação a certos grupos sociais, uso  de tecnologias dentro do sistema de justiça. Perpassa também questões sobre o tempo e a duração dos processos, os impactos do trabalho midiático nas decisões judiciais e no funcionamento do sistema de justiça como um todo. E não poderia, também, deixar de enfrentar as questões inerentes às fake News (desinformações), hackers, segurança e sigilo processual, liberdade de imprensa (de expressão) e assédio judicial ao jornalismo e criminalização de expressões e atividades artísticas.

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Capitalismo e desigualdades

”Temos que lutar por aquilo que perdemos”

“Entendemos, no FSMJD, que é preciso lançar um olhar crítico sobre as consequências da guerra jurídica, do lawfare, que levou a essa crise democrática sem precedentes. A jurisdição tem sido manipulada para realização de projetos excludentes em vários países, e não apenas no Brasil, mas aqui se destacou a operação Lava Jato, que se apresentou como uma cruzada contra a corrupção, mas que em Curitiba foi muito além … podemos dizer, sem medo de errar que nossa democracia foi duramente abatida.”

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